quarta-feira, 25 de março de 2015

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Luís Antonio Torelli é o novo presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL)




 Nova gestão irá atuar ativamente para ampliar

o hábito de leitura do cidadão brasileiro



Os associados da Câmara Brasileira do Livro (CBL) elegeram nesta quinta-feira (26) um novo corpo diretivo, presidido por Luís Antonio Torelli, da Editora Trilha Educacional. O presidente e seus diretores estarão à frente da entidade no biênio 2015/2017. A chapa, com a plataforma ‘Mais livros em todos os sentidos’, coloca a obra literária como ponto central de sua agenda de trabalho. “Acreditamos que o livro é sempre fruto da ousadia. E, ao colocá-lo em primeiro lugar na nossa proposta, pretendemos colaborar nessa ousadia que deve caracterizar a CBL”, propõe o plano da nova gestão.
 
Luís Antonio Torelli
“Felizmente, estamos assistindo a uma forte mobilização em torno deste assunto. De um lado, observamos um grande avanço quanto às políticas do livro. De outro, o país desperta para a solução de um de seus mais graves problemas, que é o baixíssimo índice de leitura por habitante”, afirma Torelli, que tomou posse logo após a divulgação do resultado da votação.

Uma das metas centrais da diretoria eleita é estruturar uma organização social que viabilize as propostas do Plano Nacional do Livro e Leitura - PNLL. Para os novos gestores da CBL, ainda que haja envolvimento do Ministério da Cultura - MinC, do Ministério da Educação – MEC e da Fundação Biblioteca Nacional nos programas de incentivo cultural, algumas medidas se perdem com as trocas de governantes e ministros. Sendo assim, a entidade deverá assumir um papel ativo de apoio, tanto à iniciativa privada, como à pública, para que a leitura se torne um hábito comum para o cidadão brasileiro.

Além disso, propostas como ‘Leitura nos Parques’, envolvendo bibliotecas ambulantes, bem como uma premiação específica para os autores de obras infantojuvenis entraram na pauta. “A ideia central aqui é de que o livro se aproxime do público e desempenhe, de maneira conscienciosa, seu papel na sociedade”, afirma o presidente eleito.

Confira abaixo a composição da nova diretoria da CBL:

Presidente
Luís Antonio Torelli - EditoraTrilha Educacional

Vice-Presidente Administrativo e Financeiro
Vitor Tavares da Silva Filho - Distribuidora Loyola de Livros

Vice-Presidente de Comunicação
Luciano Monteiro - Grupo Santillana

Vice-Presidente Secretário
Hubert Alquéres - Bandeirantes Comércio de Material Didático - Editora Jatobá

Diretores Editores
Alexandre Martins Fontes - Editora WMF Martins Fontes
Susanna Florissi - Editora Galpão
Daniela Manole - Editora Manole
Marcio Borges - Panini Brasil

Diretores Livreiros
Antonio Erivan Gomes - Cortez Editora e Livraria
Marcus Teles C. de Carvalho - Leitura Distribuidora e Representações
Flavio Seibel - Livraria da Vila
Marcos Pedri - Distribuidora Curitiba de Papéis e Livros

Diretores Distribuidores
Paulo Victor de Carvalho - Inovação Distribuidora de Livros
Nassim Batista da Silva - Bookmix Comércio de Livros
José de Alencar Mayrink - Editora e Distribuidora Lê
Julio Cesar A. S. da Cruz - Catavento Distr. De Livros

Diretores Creditistas
Karine Pansa - Girassol Brasil Edições
Luiz Antônio de Souza - Editora Globo
Eduardo Reis - Editora Vale das Letras
Carolina Braga Leal - Árvore de Livros




sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Criada no Rio de Janeiro a Academia Brasileira de História em Quadrinhos

Uma matéria publicada pelo jornal O Globo na última quarta-feira (18/2) dá uma alento para quem gosta e incentiva a leitura, como este nosso Blog, ao anunciar a criação da Academia Brasileira de História em Quadrinhos. A entidade surgiu da promessa da produtora Ágata Desmond feita ao gênio dos gibis, Edmundo Rodrigues, no leito de sua morte: a de não deixar que a obra do mestre dos quadrinhos morresse.

Na solenidade de inauguração da Academia, no dia 30 de janeiro, foram empossados 20 artistas, que passaram a ocupar cadeiras em homenagem a desenhistas já falecidos, entre eles o próprio Rodrigues.


Assinada pela repórter Clarissa Pains, a matéria “Academia Brasileira de História em Quadrinhos é inaugurada no Rio com 60 mil exemplares” dá conta que a entidade conta em seu acervo com edições raras, como “O Tico-tico”, tira nacional da década de 1940; “João Charuto”, do mesmo período; “Irina, a bruxa”, um clássico do gênero de terror em quadrinhos, criado por Rodrigues duas décadas depois; “Jerônimo, o Herói do Serão”, de mesma autoria; até os primeiros exemplares de “Popeye” a desembarcarem no Brasil, por volta de 1975.

O acervo da Academia atualmente está armazenado no virtual Museu do Gibi, em Niterói, e os encontros acontecem temporariamente no espaço de coworking Colmeia Carioca, em Botafogo, alugado pelo grupo para cada dia de reunião. O objetivo, porém, é conseguir uma sede própria, inclusive para armazenar o material recebido por doações.

Quem desejar colaborar com a Abrahq pode entrar em contato através dos e-mails: academiabrasileiradehq@gmail.com  e agatadesmondhqforever@gmail.com.

Leia a matéria completa de O Globo clicando aqui.


sábado, 7 de fevereiro de 2015

Biblioteca Parque Estadual, no Centro, promove palestra sobre leitura de clássicos e recebe mostra de chargistas de jornais brasileiros




A Biblioteca Parque Estadual – um espaço da Secretaria de Estado de Cultura – promove neste sábado (7/2) a palestra especial “Por que ler os clássicos? O Mapa da Mina – Um panorama da literatura fantástica dos primórdios aos dias de hoje”.

Ministrada por Marcelo Backes, a palestra acontece no Auditório Darcy Ribeiro, das 16h às 18h, e é gratuita. Durante a apresentação, Marcelo fará um mapeamento da literatura fantástica e maravilhosa, oferecendo exemplos característicos e buscando breves tentativas de interpretação.   

Serviço:
Palestra Especial – “Por que ler os clássicos?”
7 de fevereiro, das 16h às 18h.
Classificação: 16 anos
Local: Biblioteca Parque Estadual (BPE), Auditório Darcy Ribeiro.
Endereço: Av. Presidente Vargas, 1261 – Centro – Rio de Janeiro – RJ
 


Espaço recebe a Ocupação “Nós também somos Charlie”

Mostra exibe trabalhos de artistas de veículos como O Globo, O Dia, Lance, Zero Hora e Diário de Pernambuco, entre outros


Também a partir deste sábado, 7 de fevereiro, a Biblioteca Parque Estadual recebe a ocupação Nós também somos Charlie. A mostra, que fica em cartaz até dia 1º de março no Espaço Mundo, apresenta diversas charges sobre a linguagem do humor e liberdade de expressão e tem curadoria de Ricky Goodwin e Ana Pinta, coordenadores do curso de quadrinhos da BPE. “A ocupação apresenta 20 obras criadas por chargistas dos principais jornais brasileiros, de Recife a Porto Alegre, além de uma exibição virtual com 60 charges e cartuns de artistas brasileiros e internacionais”, comenta Ricky.


A mostra Nós também somos Charlie apresenta trabalhos de artistas como Amorim, Aroeira, Chico Caruso, Mário Alberto, Angeli, Dálcio Machado, Gilmar, Montanaro, Benett, Edgar Vasques, Gabriel Renner, Jorge Inácio, Fred Ozanan, Jarbas Domingos, Samuca e Cau Gomes, além de Ziraldo e Claudius Ceccon. “Quem comparecer à biblioteca pode conferir charges nas vitrines, uma exposição virtual em monitores e um espaço para o público deixar suas mensagens e seus próprios desenhos”, diz o curador.

Serviço
“Nós também somos Charlie”
Data: 7 de fevereiro a 1º de março
Horário: De terça a domingo, das 10h às 20h.
Endereço: Espaço Mundo, Av. Presidente Vargas, 1.261, Centro.
Telefone: (21) 2332-8647
Entrada Franca


SOBRE A BIBLIOTECA PARQUE ESTADUAL – BPE

A Biblioteca Parque Estadual é um espaço da Secretaria de Estado de Cultura, gerida pelo IDG – Instituto de Desenvolvimento e Gestão, Organização Social de Cultura dedicada à gestão de espaços culturais, e passa a ser a matriz da rede de Bibliotecas Parque que o Governo do Rio de Janeiro está implantando no estado, da qual já fazem parte a Biblioteca Parque de Manguinhos, a Biblioteca Pública de Niterói e a Biblioteca Parque da Rocinha.

A BPE foi criada para ser um ambiente de aquisição, troca e criação do conhecimento e de experiências culturais. Por esta razão, abriga um acervo de mais de 200 mil livros de ficção e não-ficção, livros de arte, quadrinhos, biblioteca infantil, 20 mil filmes, três milhões de músicas digitalizadas, além de contar com auditório, teatro e estúdio de música, que em breve será aberto ao público. Em seus atuais 15 mil m2, a Biblioteca promove também eventos, a exemplo de encontros, exposições, shows e palestras.

 



quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Coleção “Conversas sobre cidadania” debate temas como dinheiro público e sustentabilidade com a garotada



Com temas muito atuais, no momento em que discute ética e sociedade, a Editora FTD lança dois novos volumes e renova toda a coleção, com novo projeto gráfico, seções e imagens.

 Falar sobre cidadania com crianças e adolescentes é uma tarefa árdua. Sem a adequada apresentação e abordagem, torna-se cansativa e não prende a atenção da garotada. A coleção paradidática Conversas sobre Cidadania, de Edson Gabriel Garcia (Editora FTD), acaba de crescer, com o lançamento de dois novos volumes: Dinheiro Público e Empreendedorismo e Sustentabilidade. Totalizando agora nove obras, estimula, através de histórias desenvolvidas a partir do cotidiano escolar, a reflexão e o debate dessas questões entre os estudantes, de forma leva e natural.


“São temas atualíssimos, presentes no cotidiano de todos nós, como o dinheiro público, tão mal usado no País, e a questão da sustentabilidade, com uma abordagem que  aposta em saídas sociais que respeitem as individualidades, o meio ambiente e o crescimento econômico. Ambos são assuntos inéditos em obras para jovens, com abordagem bem próxima do nosso cotidiano”, destaca o autor.

Dinheiro público – O que é, de onde vem e para onde vai conta a história dos habitantes do bairro Nova Esperança. Ao perceberem que a chuva no local não para, os moradores passam a temer o pior, o que de fato acontece: um córrego, há muito tempo acomodado, transborda. Sem ter aonde ir, as pessoas procuram abrigo na escola local. A prefeitura, além de não resolver o problema, construía um viaduto caríssimo. Dessa forma, a comunidade mobiliza-se para exigir o bom uso do dinheiro público.

O volume Empreendedorismo e sustentabilidade – valores, escolhas e projeto de vida acompanha a iniciativa de uma diretora de escola que incentiva mães de alunos a criarem um negócio próprio com seu talento para trabalhos artesanais. O livro fala do empreendedorismo social, movimento que considera gerar rendimentos, ao mesmo tempo em que muda a vida de pessoas de comunidades pobres. O tema ganha foco ainda mais atual ao tratar também da sustentabilidade.

Garcia explica que o cenário de quase todos os livros  da coleção é formado por duas bases: um núcleo na comunidade e outro na escola. “Nesta, porque é o local da aprendizagem por excelência, da discussão e da construção do conhecimento. Muitas escolas  abrem-se à comunidade e fazem excelente parceria com ela. Comunidade, porque, para além da escola, é nela que a vida acontece, os problemas aparecem e as soluções também. E, claro, por eu ter sido professor e diretor de escola – por opção profissional –, este é um cenário que conheço muito bem. E sua relação com a comunidade também”.

Edições renovadas – Além dos dois lançamentos, a coleção Conversas sobre Cidadania conta com sete outras obras: Uma conversa de muita gente, De olhos bem abertos, A febre do planeta, O jeito de cada um e No mundo do consumo, destinadas ao Ensino Fundamental I; e As caras da violência e Vivemos juntos, para o Ensino Fundamental II. Todas elas ganharam edições renovadas, com novos projetos gráficos, seções, glossário e fotos.

“Atualizamos os textos, quando necessário, acatando sugestões, de olho nas questões mais urgentes da atualidade. Foi um processo longo, pois são muitos livros, mas muito prazeroso”, explica Edson.

Para ele, crianças e jovens têm prazer em debater os temas propostos pelas obras. “Crianças e jovens adoram literatura e, não tenho dúvidas, gostam muito desse tipo de livro, cuja temática o introduz na cidadania real, ativa”, observa.

O autor

Edson Gabriel Garcia nasceu em Nova Granada (SP). Foi para São José do Rio Preto, onde fez o curso de Pedagogia. Em São Paulo, onde mora até hoje, foi professor, coordenador e diretor de escolas.

Cursou pós-graduação em Educação e Comunicação. É autor de livros didáticos de Língua Portuguesa e de paradidáticos sobre cidadania e valores para alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental.

Escreveu diversos livros para crianças e jovens, dentre eles O diário de Biloca, Treze contos, O tesouro perdido do Gigante Gigantesco, Sete gritos de terror e as coleções Tantas histórias e Meninos & Meninas.

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Verso Brasil Editora lança três novos títulos da coleção Cadernos de Samba

INVENTORES DO CARNAVAL
CARTAS PARA NOEL: HISTÓRIAS DA VILA ISABEL
O PRAZER DA SERRINHA: HISTÓRIAS DO IMPÉRIO SERRANO

Nada mais contagiante do que um desfile de escola de samba. Entretanto, pouco se sabe da vida das agremiações, de seus personagens, de suas histórias, vitórias e derrotas, bandidos e mocinhos. Alguns personagens, como Joãosinho Trinta e D.Ivone Lara, e poucos outros, transcendem o barracão, mas a grande maioria de artistas, ritmistas, bailarinos e criadores dessa grande arte coletiva jamais teve suas histórias, paixões e reverência ao pavilhão reveladas. Para suprir essa lacuna na bibliografia foi criada a coleção Cadernos de Samba, que está em seu terceiro ano. A organização da coleção é do jornalista Aydano André Motta, que desde 1988 acompanha profissionalmente os desfiles da Marques de Sapucaí.


Lançamento:
A Verso Brasil Editora promove na próxima quarta-feira, dia 4, a partir das 19h, na Livraria da Travessa do Shopping Leblon, o lançamento de três novos títulos do Cadernos de Samba. As escolas homenageadas são Império Serrano e Vila Isabel. O terceiro livro traz alguns dos maiores inventores do Carnaval, figuras que transformaram a festa para sempre com arte, destreza e muita ginga.

Sobre os novos livros:
Bernardo Araujo em O Prazer da Serrinha: Histórias do Império Serrano traz a história da escola mais cultuada desde sua origem. O Reizinho – apelido carinhoso da agremiação – surgiu nos anos 1940 e logo se impôs ao ganhar quatro campeonatos consecutivos. Com esse feito tornou-se arquirrival, até os dias de hoje, da Portela. 


Nesse belo ensaio, o autor vai fundo nas críticas às administrações e na relação pecaminosa do Carnaval com a contravenção. Com muita admiração pelos grandes nomes do Império Serrano, Bernardo nos comove com histórias inéditas dos artistas incríveis que surgiram na escola da Madureira. Ele dedica especial atenção a ícones como Silas de Oliveira, D.Ivone Lara, Zaquia Jorge, Aloisio Machado, Mestre Fuleiro, Beto Sem Braço e tantos outros


O segundo livro da coleção traz a história da Vila Isabel, agremiação que tem como figura emblemática o músico Martinho da Vila e como patrono mítico, Noel Rosa. E por que mítico? O grande músico jamais conheceu a escola de samba (surgida nove anos depois da morte dele), embora tenha durante sua curta vida pensado em reunir os bambas para formar uma agremiação. Mas seu tempo foi breve. Em Cartas para Noel: Histórias da Vila Isabel os autores, Leonardo Bruno e Rafael Galdo, criaram um missivista anônimo que, por meio de cartas a Noel Rosa, explica como surgiu a escola do bairro que ele imortalizou.
Em Inventores do Carnaval, o terceiro livro, Renato Lemos elenca nove perfis para contar a história do  espetáculo a partir da inspiração, da presença e da criatividade de personagens que mudaram a festa com seus feitos. O livro começa com o genial Ismael Silva (1905-1978), autor de canções e sambas memoráveis, e criador da ideia da Escola de Samba. A Deixa Falar, primeira escola de samba de que se tem registro, foi criada por esse compositor nascido em Niterói, na Praia de Jurujuba, em 1905.

O termo surgiu numa mesa de bar e o motivo você descobrirá na leitura. Depois de Ismael Silva, Renato Lemos traz personagens como Mario Filho, o irmão de Nelson Rodrigues que inventou o desfile e a competição entre as escolas; Natal da Portela, o primeiro patrono; Mestre André que revolucionou a bateria com a “paradinha”; Delegado o mestre-sala inventor de um bailado inconfundível; Joãosinho Trinta, introdutor de novos materiais para fantasias e alegorias; Monique Evans, a rainha de bateria original, criadora do modelo atual da musa que desfila à frente dos ritmistas; e outros.
 
Sobre os Autores:
BERNARDO ARAUJO é jornalista e acompanha desde a infância o desfile das escolas de samba do Rio, além de integrar o Império Serrano há trinta anos. É editor-assistente e crítico de música no jornal O Globo, no qual trabalha desde 2000. Já foi jurado do Estandarte de Ouro, principal prêmio do Carnaval carioca, e é membro do júri do Prêmio da Música Brasileira.

LEONARDO BRUNO é jurado do Estandarte de Ouro. Autor de Zeca Pagodinho – Deixa o samba me levar (Editora Sonora) e Explode, coração – Histórias do Salgueiro (Verso Brasil Editora), é gerente de negócios do jornal Extra, onde já foi repórter, editor de cultura e há 12 anos assina uma coluna sobre escolas de samba.

RAFAEL GALDO é jornalista e repórter do jornal O Globo. Desde 2004 participa da cobertura do Carnaval carioca, nas ruas e também no Sambódromo, da avenida Marquês de Sapucaí. Sua paixão pela festa, no entanto, vem de berço, pois pertence a uma família em que ser folião é tradição.

RENATO LEMOS é jornalista, nas­cido e criado em Botafogo (RJ), pai de três filhos. Trabalhou no Jornal do Brasil, em O Globo e é colaborador em diversas publicações por todo o país. Sua paixão pelo Carnaval come­çou cedo, quando conheceu os sam­bas da Velha Guarda da Portela.

Sobre o Organizador:
AYDANO ANDRÉ MOTTA – Jornalista há 29 anos, é editor do “Globo a Mais” e especializado em cobertura de carnaval. Acompanha os desfiles na Passarela do Samba desde 1988. Foi comentarista de carnaval do RJ TV, da Rede Globo. É autor de Troféus da Mangueira (BookLook Editora), Blocos de Rua do carnaval do Rio de Janeiro (Editora Réptil) e, na coleção Cadernos de Samba, de Maravilhosa e Soberana: Histórias da Beija-Flor e Onze mulheres incríveis do Carnaval carioca. Escreveu o roteiro do documentário longa-metragem Mulatas! Um tufão nos quadris (Carioca Filmes 2010).
Aydano André Motta (Divulgação)
A Verso Brasil Editora lançou os 06 primeiros volumes da coleção Cadernos de Samba em 2012 e 2013. Os títulos que compõem o acervo da coleção são: Maravilhosa e Soberana – Histórias da Beija-Flor, de Aydano André Motta; Tantas Páginas Belas – Histórias da Portela, do professor e historiador Luiz Antonio Simas e Marcadas para Viver – A Luta de cinco escolas, do jornalista e pesquisador João Pimentel, que relata o universo de cinco escolas pequenas: Em Cima da Hora, Vizinha Faladeira, Unidos do Jacarezinho, Unidos de Lucas e Tupy de Brás de Pina; Explode coração – Histórias do Salgueiro, de Leonardo Bruno; Onze mulheres incríveis do Carnaval carioca – Histórias de porta-bandeiras, de Aydano André Motta e Estrela que me faz brilhar – Histórias da Mocidade de Bárbara Pereira.

SERVIÇO:
Coleção Cadernos de Samba 
Lançamento: 04 de fevereiro, às 19h
Local: Livraria da Travessa do Shopping Leblon
Cartas para Noel: Histórias da Vila Isabel, Leonardo Bruno e Rafael Galdo
Tamanho: 12,5 x18 cm
264 págs.

O Prazer da Serrinha: Histórias do Império Serrano, Bernardo Araujo
Tamanho: 12,5 x18 cm
192 págs.

Inventores do Carnaval, Renato Lemos
Tamanho: 12,5 x18 cm
208 págs.

Valor por unidade: 38,50
Cinta especial com três volumes: 110,00

sábado, 31 de janeiro de 2015

'Borboleta Biruta' será lançado hoje (31), no Centro Cultural São Camilo, na Usina





A contadora de histórias e escritora Marta Maria Niemeyer lança hoje (31) seu primeiro livro infantil, Borboleta Biruta, pela editora Autografia, com sessão de autógrafos a partir das 16h no Centro Cultural S. Camilo (Estrada Velha da Tijuca, 45), Usina, zona norte do Rio de Janeiro.

Desde pequena Marta gostava de ler e escrever, sua brincadeira favorita era ser “professora”. Nasceu em um pequeno município de Senador Firmino localizado em Minas Gerais e sempre foi muito criativa, quando não tinha lápis e papel escrevia no que encontrava: podia ser na areia com um pedacinho de madeira, na tábua com carvão ou no imaginário.

Infelizmente a distribuição de livros em cidades do interior era e é deficiente, não havia naquela época e não há bibliotecas como nas grandes cidades. Como ela mesma diz: “Passei muita fome de leitura, era raro ter um livro para ler”. Com o passar dos anos Marta fez um curso de contação de histórias com a escritora Fátima Miguez no grupo Afonsinho Contando Histórias da paróquia Santo Afonso na Tijuca. Ali despertou seu desejo de contar histórias para adultos e crianças e sua determinação a levou a contar histórias em colégios e outras instituições.

Uma apresentação que fez com o grupo em sua igreja foi muito especial, quando representou Nossa Senhora em comemoração a Assunção de Maria.

Seu talento está registrado em várias histórias guardadas no baú das palavras. A realização de seu sonho de publicar um livro, só foi possível pelo estímulo dos amigos que reconheceram esse talento.


sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Roteiro literário para celebrar os 461 anos de São Paulo



Conheça os lançamentos da Editora FTD que têm tudo a ver com os pontos turísticos de uma das maiores cidades do mundo

No próximo dia 25, a cidade de São Paulo completa 461 anos, e para celebrar a data, a Editora FTD separou alguns lançamentos que vão ajudar residentes e visitantes a apreciar melhor alguns dos principais pontos turísticos da eterna ‘cidade da garoa’.

Avenida Paulista
Se tem uma palavra que define São Paulo é diversidade e quem visita a Avenida Paulista pode ter um bom exemplo disso. Basta parar e observar por alguns minutos para ter um retrato geral da população.


Por isso, uma boa dica para tornar o passeio ainda mais interessante e aguçar a visão para as particularidades de cada pessoa é a obra Qualquer Coisa, de Fernando Bonassi. Paulistano do Bairro da Mooca, ele é considerado um dos autores mais originais, sofisticados e produtivos em atividade no país. No livro, Bonassi apresenta narrativas breves e minicontos que revelam nossos vícios, virtudes, amores, paixões, pudores e despudores.

Parque do Ibirapuera
Em meio à toda agitação da cidade, o Parque Ibirapuera é uma excelente opção para quem quer relaxar ou praticar atividades físicas. Além disso, é o espaço ideal para se divertir com as crianças perto da natureza. Brinquedos e Brincadeiras, de Roseana Murray, pode servir de guia para atividades superdivertidas. A obra reúne poemas sobre cabra-cega, amarelinha e pular corda, entre outras. 
O parque também abriga o Museu Afro Brasil, que conta com um acervo de mais de 5 mil obras da cultura africana e afro-brasileira. Mas antes de visitá-lo, vale a pena conferir o livro Histórias Africanas, de Ana Maria Machado, para entrar no clima. A renomada autora reconta quatro histórias que revelam um pouco da riqueza cultural dos povos africanos.

Theatro Municipal
Além de uma arquitetura de tirar o fôlego, o Theatro Municipal tem uma programação que traz grandes espetáculos mundiais. Para quem já gosta, ou tem interesse em conhecer um pouco mais a música erudita, uma boa pedida é a coleção Música clássica em cena
Ela é composta pelas óperas A flauta mágica, de Mozart, Turandot, de Puccini,  Aída e La traviata, de Verdi e pelo famoso balé O lago dos cisnes, de Tchaikovsky. Todas recontadas especificamente para o público infantojuvenil. Cada livro vem acompanhado de um CD de áudio com algumas faixas dessas reconhecidas canções para serem apreciadas.

Museu da Língua Portuguesa
Amantes ou não do nosso idioma, o Museu da Língua Portuguesa não deveria faltar no roteiro de nenhum turista. O espaço traz uma proposta diferente e interativa que agrada visitantes de todas as idades.
Por isso, a dica para aquecer o passeio são lançamentos que citam dois grandes autores: A namorada de Camões, de Marcia Kupstas e Memórias Quase póstumas de Machado de Assis, de Álvaro Cardoso Gomes. No primeiro, uma jovem enfrenta um dilema semelhante ao que supostamente enfrentou o poeta português Luís de Camões. Já no segundo, a história de um dos maiores escritores brasileiros é recontada entremeando fatos reais e ficcionais.

 Bairro da Liberdade
Exemplo claro da diversidade de São Paulo é o Bairro da Liberdade, conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa na cidade. A decoração oriental e o comércio dão a impressão de que de fato se está em outro país. 
E uma boa opção de leitura para o trajeto até lá é O Pequeno Samurai, de André Kondo. Na obra, Yuji narra como descobriu, com a ajuda de seu avô, que era um pequeno samurai e como isso o ajudou em sua longa jornada rumo ao Brasil. De forma sensível e emocionante, o menino descreve como foi a despedida de sua terra natal, a aventura de viajar de navio até o outro lado do mundo e a descoberta de que no Brasil também existiam samurais.

Museu do Futebol
Parada obrigatória para os amantes de esporte, o Museu do Futebol tem atrações multimídia e interativas que contagiam qualquer um.
E as sugestões de livros que têm tudo a ver com o passeio são os lançamentos Quadradomingo, de Flavio de Souza e O fantasma da segundona, de Menalton Braff que trazem o universo futebolístico de diferentes pontos de vista.
A obra de Flavio de Souza retrata o esporte a partir do personagem Mingo, um garoto que gosta tanto de futebol que até criou um dicionário terminológico futebolístico, apresentado ao longo da narrativa. Já O fantasma da segundona, mostra os reflexos familiares dos altos e baixos de um astro do esporte.