sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Rodrigo Alvarez lança “Aparecida”, seu terceiro livro, em movimentada sessão de autógrafos no Rio de Janeiro



O jornalista Rodrigo Alvarez lançou nesta quinta-feira (18/9), em movimentada noite de autógrafos na Livraria da Travessa do Shopping LÇeblon, na Zona Sul do Rio de Janeiro, o livro Aparecida, com o selo da Globo Livros. Fruto de pesquisas realizadas no Brasil e no exterior por Rodrigo Alvarez, correspondente da TV Globo em Jerusalém, o livro traz três séculos de história sobre a padroeira do país e é considerado o mais completo sobre o maior símbolo da fé católica brasileira.



A obra narra, por exemplo, a noite em 1978 em que um homem atormentado invadiu a basílica de Nossa Senhora Aparecida e destruiu a imagem da santa - atentado que se desdobrou em uma sequência de acontecimentos cheios de mistérios, como numa trama cinematográfica. Este é apenas um dos eventos que cercam Aparecida e, à medida que se desenrolam, vão se confundindo com a própria História do país.
Ricamente ilustrada, o livro descreve personagens curiosos: o padre que tirava a santa do altar às escondidas; o governador que cortava cabeças; a restauradora irritada; o frei que enfrentava corruptos. E também revive personalidades marcantes, como a princesa Isabel, que lhe deu a coroa; o general Médici, que financiou uma peregrinação pelo país da ditadura; e os três últimos papas, João Paulo II, Bento XVI e Francisco, que fizeram questão de beijá-la.

A mistura entre fé, paixão e identificação nos faz pensar que a imagem de Aparecida seja, talvez, o primeiro símbolo nacional brasileiro. Até mesmo os mais céticos sabem que, ao ver a imagem triangular coberta pelo manto azul, estão vendo um retrato do Brasil.

O autor
Rodrigo Alvarez nasceu no Rio de Janeiro e passou os últimos dez anos entre São Paulo, Nova York, São Francisco e Jerusalém, como repórter e correspondente da TV Globo. Publicou, pela Nova Fronteira, No país de Obama, em 2009, e, pela Globo Livros, Haiti, depois do inferno, em 2010.

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Apresentação do livro “Judeus Ilustres de Portugal” acontece hoje (16/9) no Consulado de Portugal no Rio de Janeiro, em Botafogo


Lançado em Portugal no início do ano, o livro “Judeus Ilustres de Portugal” será apresentado hoje (16/9), às 18h30, no Consulado Geral de Portugal no Rio de Janeiro, à Rua São Clemente, 360, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. A obra será apresentada pela professora doutora Helena Lewin, seguindo-se palestra feita pela autora, a jornalista Miriam Assor, que em sua obra convida o leitor para uma viagem do século XV ao século XX através das vidas de 14 judeus, homens e mulheres, cujos nomes ficaram na História.

A apresentação da obra, editada pela Esfera dos Livros e com prefácio da Miguel Esteves Cardoso, é uma realização do Museu Judaico do Rio de Janeiro, com apoio do Consulado Geral de Portugal, do Hotel Flamengo Palace e da Esfera dos Livros. 

O livro de Miriam Assor conta a história destes judeus ilustres, de forma variada, nas mais diversas áreas – Medicina, Ciência, Filosofia, Literatura, Música, –, que contribuíram para dignificar e honrar Portugal, marcando o universo histórico-nacional e além-fronteiras. Entre eles estão o célebre médico Amato Lusitano, a destemida empresária Dona Grácia Naci, o famoso naturalista Garcia de Orta, o cientista Pedro Nunes, o pensador Isaac Cardoso, o rabino Isaac Aboab da Fonsec e Alfredo Bensaúde, fundador do Instituto Superior Técnico, em Lisboa.

Neste grupo também se encontram Alain Oulman, o compositor que revolucionou o fado e deu a conhecer a voz de Amália, o catedrático Moses Amzalak, os corajosos irmãos Samuel Sequerra/Joel Sequerra e Abraham Assor, que foi rabino da Comunidade Israelita de Lisboa por meio século – e pai da autora.

O conhecimento destes 14 nomes "honrou e dignificou" o país, mas "há muitas mais personalidades judias de idêntico destaque", disse Miriam Assor, que não descarta a possibilidade de uma nova obra com outras figuras. Para a autora, é "essencial que a memória não seja sepultada - quando se escreve fala-se das pessoas, passa-se testemunho, é como mar que não se fecha".

A autora
Miriam Assor nasceu em Lisboa, a 13 de junho de 1966, no seio de uma família judaica ortodoxa. Uma visita aos campos de concentração nazistas, em 1985, a fez trocar o curso de Psicologia Aplicada e a cidade pela vida comunitária dos kibbutz e pelo voluntariado em Israel.
Outras obras de Miriam Assor
“Libi”- Edição de autor, 1997, Poesia
“Sentidos” – Edições Minerva, 1999, Poesia
“Luz”- Âncora Editora, 2001
“Gueto de Varsóvia”- – Âncora Editora, 2003
“Crónicas de Táxi” – C. Santos VP (concessionário Mercedes), 2008
“Aristides de Sousa Mendes, Um Justo Contra a Corrente” – Guerra e Paz Editores, 2009
“Viagem aos Segredos da Maçonaria” Presslivre, 2011
“Sá Carneiro” – Presslivre, 2010
“Viagem aos Segredos da Maçonaria” – Presslivre, 2012
“Jorge Jesus, O Treinador que Mantém a Chama Imensa”- Livros D’hoje, 2013 

SERVIÇO
Apresentação do livro “Judeus Ilustres de Portugal
Data: 16/09/2014
Horário: 18h30
Local: Consulado de Portugal no Rio de Janeiro
Endereço: Palácio São Clemente, Rua São Clemente, 360 / Botafogo - Rio de Janeiro - Estacionamento público na Rua São Clemente, 446.
Relização: Museu Judaico do Rio de Janeiro
Apoio: Consulado Geral de Portugal, Hotel Flamengo Palace e Esfera dos Livros

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Lançamento da PAULUS traz novas perspectivas sobre o Pensamento Comunicacional brasileiro


A PAULUS Editora apresenta a obra Pensamento comunicacional brasileiro - O legado das Ciências Humanas, fruto da parceria entre José Marques de Melo, Doutor e livre-docente em comunicação, e Guilherme Moreira Fernandes, jornalista e mestre em comunicação.


O livro faz uma análise sobre o cenário da comunicação no Brasil a partir da organização de textos de autores brasileiros renomados, apontando possibilidades e um novo olhar sobre os fenômenos comunicacionais. Juntam-se também estudos profundos e comentários de pesquisadores vinculados com o campo da comunicação.

A obra é dividida em duas unidades e composta por doze capítulos.  A parte inicial apresenta a evolução da comunicação humana, enquanto a segunda se detém no processo  básico que constitui a comunicação. Juntos, os autores tecem uma teia paralela e citam grandes pensadores da atualidade, como Florestan Fernandes, Paulo Freire entre outros. 

Com visões das mais diferentes gerações de pesquisadores, o volume desafiador revela uma ampla diversidade de pensadores e intelectuais brasileiros. Os autores também reafirmam a necessidade de repensar a comunicação, no sentido básico da palavra "O que é comunicação?". O volume está em consonância com as preocupações dos organizadores em resgatar a pura e simples arte de comunicar.

OS AUTORES
José Marques de Melo é jornalista pela universidade Católica de Pernambuco, graduado em ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal de Pernambuco, doutor e livre-docente em Ciências da Comunicação e é fundador da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (ECA-USP). Atualmente, atua como professor titular da Universidade Metodista, onde é diretor da Cátedra Unesco de Comunicação.

Guilherme Moreira Fernandes é jornalista e Mestre em Comunicação pela Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). É Doutorando em Comunicação pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e atua como Professor da especialização em Televisão, Cinema e Mídias Digitais. Além disso, é Diretor e Administrador da Rede de Estudos e Pesquisa em Folkcomunicação.

Serviço
Título: Pensamento comunicacional brasileiro - O legado das Ciências Humanas
Autores: José Marques de Melo e Guilherme Moreira Fernandes
Coleção: Comunicação
Acabamento: Brochura
Formato: 13 cm x 22,5 cm
Páginas: 672
Preço: R$ 60,00
Áreas de interesse: Comunicação

Livro da Editora FTD apresenta a relação entre os números para as crianças


De forma lúdica, obra de Gianni Rodari mostra que, apesar de parecer não ter valor, o número ZERO pode provocar grandes transformações

Junto com o fogo, a roda, o telefone e a televisão, o algarismo zero foi uma das criações mais importantes da humanidade. Relacionado à noção de “vazio” e de “nenhum”, o número se torna um elemento essencial no sistema decimal. Para ajudar as crianças que estão no primeiro ano do ensino fundamental a entender essa questão, um bom recurso pode ser a literatura. Na obra Zero, pra que te quero?,  Gianni Rodari fala, de forma lúdica, do valor posicional do algarismo zero na matemática.

Na história, que tem números como personagens, Zero se sente completamente sem valor, não merecendo nem a atenção dos colegas. Até que o Um pega carona com ele e, sentados lado a lado, descobrem que juntos podem ter outro significado. O texto, em forma de versos, aborda metaforicamente a questão de que todos têm um valor. 
 
O autor
Gianni Rodari foi um dos mais importantes escritores de literatura infantil da Itália. Depois da Segunda Guerra Mundial, passou a trabalhar em diferentes jornais. Nessa época, começou a escrever contos infantis e, com o tempo, decidiu se dedicar aos livros para crianças, trabalho que o consagraria. Em 1971, venceu o Prêmio Hans Christian Andersen, o mais importante concurso internacional de literatura infantil.

A ilustradora
Elena Del Vento nasceu em Milão, Itália, em 1980. É ilustradora e designer. É mestre em Desenho Industrial e especialista em Artes Gráficas pela Escola Politécnica de Milão. Promove oficinas de criatividade para adultos e crianças.

Informações técnicas
Autor: Gianni Rodari
Ilustradora: Elena Del Vento
Tradução: Claudio Fragata
Formato: 21 x 28 cm
Páginas: 32
Temas abordados: Matemática, valor posicional dos números, autoconhecimento, meios de transporte
Tema transversal: Ética, Pluralidade Cultural
Recomendação: a partir do 1o ano
Preço sugerido: R$ 35,90